The Princess and the Goblin
(József Gémes, 1991)
Uma jovem princesa encontra na floresta uns duendes agressivos e é salva por um rapaz. Em breve os dois vão descobrir onde se escondem os duendes (em grutas debaixo da terra) e o que eles pretendem fazer com os seres do sol (os seres humanos). Os duendes são feios, patetas e são afetados quando lhes pisam os pés ou cantam perto deles. É este tipo de pormenores que encantam as crianças e alguns adultos como eu. Há muitas cenas que não só vi com prazer como gostaria de rever. Aliás gostaria ver novamente o filme, talvez numa versão diferente (vi a versão brasileira, muito boa). Poucas vezes me acontece isso com os filmes de animação que se estreiam atualmente. Uma vez vistos são logo esquecidos. Ajuda a este filme ser a adaptação de um clássico da literatura para a infância: The Princess and the Goblin (George MacDonald, 1872). A história não abusa dos lugares-comuns de muitas histórias de princesas ou pelo menos disfarça-os bem, caprichando nos momentos menos importantes da narrativa. A produção do filme é partilhada entre a Hungria, o Reino Unido (dois estúdios de animação do País de Gales) e o Japão, mas o resultado não acusa a disparidade dos contribuintes. Melun 2020 TV 4/5







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