Como é bom descobrir um autor. Em breve estreia o último filme de Jean-François Laguionie, mas para já são repostos nas salas, devidamente restaurados, a sua primeira longa-metragem (Gwen, 1984) e um programa de sete curtas metragens dos anos 70. As curtas-metragens são melhores e prestam-se à sua visão surrealista do mundo. Duas curtas me entusiasmaram: Le masque du diable (1976) e Traversée de l'Atlantique à la rame (1978). Este último ganhou o grande prémio de Annecy e o César. Paris L'Archipel 3,5/5
